segunda-feira, 29 de julho de 2013

Empresa israelense cria tecnologia para carros elétricos que permite rodar 1600 km com água






Já pensou em abastecer o seu carro comágua e ter autonomia de 1 600 km? A empresa israelense Phinergy criou uma tecnologia para carros elétricos que permite que esse sonho se torne realidade. Trata-se de uma bateria equipada com placas de alumínio. Com o abastecimento de água destilada, ela passa por um processo químico capaz de produzir o combustível final, o óxido de alumínio hidratado. A equação química é de quatro átomos de alumínio para três moléculas de oxigênio e seis de água.

De acordo com o CEO da Phinergy, Aviv Tzidon, cada placa de alumínio pode fornecer a energia necessária para percorrer 36 km. A bateria instalada no carro de teste, um Citroën C-zero, possui 50 placas desse tipo. O peso do conjunto é de apenas 25 kg. A tecnologia chega a ser dez vezes mais eficiente que uma bateria de íons de litio, que oferece a autonomia de 160 km, como demonstrou o ensaio com o C-zero abastecido com água destilada. A previsão é de que o dispositivo esteja disponível comercialmente em 2017.



Fonte:Planeta Sustentável

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Peixe-robô pode nadar quase eternamente coletando informações


Pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan atualizaram o peixe-robô nadador autônomo chamado Grace – vem de Gliding Robot ACE – com a habilidade de nadar seguindo o fluxo da água, ou seja: ele consegue nadar (quase) eternamente com apenas uma recarga na bateria.
A atualização do Grace inclui uma bomba d’água para o peixe-robô poder subir ou descer para partes mais calmas de um lago ou rio. E além da cauda móvel que faz o peixe se movimentar, a bateria deste robô desliza para frente e para trás em sincronia com a bomba d’água, gerando movimentos sutis que impulsionam o peixe.
O peixe foi desenvolvido para coletar amostras e relatar condições da água e níveis de poluição de lugares que ele nada – então talvez ele seja mais amigável do que parece. 

Fonte:Preservação BR 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Mesa de musgo coleta energia alétrica através da fotossíntese

Já pensou em ter uma mesa de musgo? Não?! Melhor pensar novamente, porque agora ela pode coletar energia elétrica da fotossíntese dessas pequenas plantas.




A maneira biofotovoltaica de como a mesa produz eletricidade é razoavelmente simples. Na sua superfície, há pequenos potinhos com musgo. As plantas crescem e fazem fotossíntese, liberando seus bioprodutos no solo, no qual os criadores da ideia colocaram algumas bactérias, que vivem desses produtos.
Conforme as bactérias quebram os compostos, elas liberam elétrons, o que acaba criando cargas. Então, fios em baixo dos potinhos absorvem as cargas e as transmitem para uma bateria central.
Os designers contam que eles têm a invenção em suas próprias casas e que o funcionamento é perfeito. O único ponto negativo é que os musgos precisam ser aguados.
Mas, afinal, quanto de energia a mesa consegue produzir? Os musgos produzem apenas 50 miliwatts por metro quadrado, o equivalente a 520 joules de energia por dia, o que não chega a ser suficiente nem para ligar um laptop por alguns segundos. O máximo que pode se beneficiar dessa energia é um relógio digital ou um sensor atmosférico.
Apesar disso, a mesa pode ser um artigo de decoração diferente. Contudo, ela pode não ser lançada como um produto comercial, segundo seus inventores.

Ela pode não substituir as energias eólica, solar ou nuclear, mas mostra que a energia está aí para quem quiser coletar. 


Fonte:hypescience





terça-feira, 23 de julho de 2013

Solução para o trânsito? Carro elétrico para uma pessoa

Parece um aspirador do futuro, mas não é. É um carro conceito, o Honda Type E – futurista, feito para apenas um ocupante e que segue os princípios de dirigibilidade do Segway.
Super compacto, o veículo prima pelo consumo no uso do espaço, tem uma ótima visibilidade para o motorista, fácil acesso, alta eficiência, além da possibilidade de realizar um giro de 360° em seu próprio eixo. O designer responsável Michael Brandt prevê que o carro seja elétrico. Achar uma vaga numa rua lotada será muito mais fácil com ele, não acham?



Fonte:Preservação BR

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Invenção transforma a força da descarga de um vaso em eletricidade




Em tempos de procura por soluções sustentáveis, muita gente já arranjou maneiras de reaproveitar restos de recursos que antes eram jogados fora. Com o simples fato de ir ao banheiro, um estudante britânico teve uma ideia genial: gerar eletricidade a partir da água levada pela descarga do vaso sanitário.
Observando a força com que a descarga do vaso do quarto de um hotel funcionava, o estudante teve a ideia de usar a energia do esgoto em queda para gerar eletricidade. Assim, criou uma turbina de quatro lâminas, que gira devido à passagem da água suja e produz energia associada a um gerador.

Fonte: hypescience

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Realidade triste, mas jovens geniais: Nigéria – Jovens criam aparelho que gera energia a partir de urina

A urine powered generator
Quatro adolescentes chamaram a atenção com um equipamento que gera energia a partir de urina. A ideia foi apresentada na edição 2012 do Maker Faire Africa em Lagos, na Nigéria, evento que reúne pessoas que “constroem coisas”, desde artesanatos tradicionais até invenções modernas.
O gerador foi criado por Duro-Aina Adebola, Akindele Abiola, Faleke Oluwatoyin (as três de 14 anos) e Bello Eniola, de 15. Com ele, um litro de urina fornece até 6 horas de eletricidade.
O sistema funciona com a adição de urina em uma célula eletrolítica que separa o hidrogênio. Ele vai para um filtro e é empurrado para um cilindro de gás. Depois, passa por outro cilindro no qual é removida qualquer umidade e então é empurrado para o gerador.
Fonte:Destino africano

Pesquisadores conseguem extrair energia elétrica de plantas



Do Reino Vegetal é possível extrair alimentos, remédios, fragrâncias e… energia elétrica! Sim, os pesquisadores da Universidade de Georgia (UGA) resolveram extrair eletricidade das plantas, segundo um estudo publicado no Journal Energy and Environmental Science. A pesquisa revela que as folhas funcionam como eficientes placas solares durante a fotossíntese.
Os professores explicam que, durante a fotossíntese, as plantas usam a luz solar para dividir átomos de água em hidrogênio e oxigênio. É nesta fase que produzem elétrons, os quais ao serem recém-liberados produziriam açúcares que servem de alimento para as próprias plantas.“Nós desenvolvemos uma maneira de interromper a fotossíntese, para que possamos capturar os elétrons antes que a planta use-os”, explicou o autor da pesquisa Ramaraja Ramasamy, professor da UGA College of Engeneering e membro do Núcleo de Nanociência.Em geral, as placas solares tradicionais têm entre 12% e 17% de eficiência quântica – a maioria das plantas consegue aproveitar 100%. Ou seja, para cada fóton de luz solar que uma planta capta, produz um número igual de elétrons, partículas dos átomos que geram energia.
MétodoO estudo intitulado Alta atividade foto-eletroquímica de compósitos de nanotubos de carbono tilacóide para a conversão de energia fotossintética, utiliza nanotubos de carbono, 50 mil vezes mais finos que um fio de cabelo humano para separar estruturas na célula vegetal chamada de tilacóide – responsáveis por captar e armazenar a energia da luz solar. Essa estrutura é imobilizada para interromper o fluxo de elétrons e então os nanotubos agem como condutores elétricos, fios de energia.Os experimentos realizados até hoje já obtiveram níveis de corrente elétrica duas vezes maiores que em sistemas semelhantes. Porém, Ramasamy informou que ainda há muito trabalho a ser feito até que esta tecnologia alcance as pessoas comuns e que muitos testes precisam ser feitos para a estabilidade de seu dispositivo. 

Fonte:Preservação BR

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Cubo mágico que gera energia para recarregar baterias


cubo


Lembra-se do cubo mágico? Pois bem, o princípio é muito semelhante, mas com um pequeno adicional: ele serve para carregar baterias e aparelhos eletrônicos, e o que é melhor, não precisa estar ligado a tomada alguma! O que precisa ser feito é apenas ficar brincando com o cubo, enquanto você mexe nele, ele transforma a energia em elétrica e carrega o dispositivo.

Fonte:Eco4planet

terça-feira, 16 de julho de 2013

Dê uma segunda vida ao seu chiclete

Nove em cada dez cidades pavimentadas, no mundo, têm suas ruas impregnadas com gomas de mascar. Três bilhões e meio de chicletes são jogados, todos os anos, nas ruas do Reino Unido. Só na Oxford Street, em Londres, são cerca de 30 mil por dia. Se todo mundo parasse de jogar chicletes ali, ainda seriam necessários 4 meses para deixar a rua totalmente limpa.
Mas o hábito sai caro. Hoje, o custo para retirar um chiclete da rua é três vezes maior do que para produzi-lo – o governo do Reino Unido gasta £$1,5 milhão (mais de R$4 milhões) por ano nessa limpeza.
Jogar o chiclete no lixo comum também não é uma boa ideia, pois ele não será reciclado e vai acabar em um lixão ou aterro, aumentando o volume de resíduos.
Por isso, a designer londrina Anna Bullus se empenha para que as pessoas descartem seus chicletes em um recipiente específico, criado por ela mesma, o GUMDROP, cujo slogan é “Dê uma segunda vida ao seu chiclete”.
O material depositado nesse simpático recipiente rosa, que lembra mesmo uma grande goma de mascar, é encaminhado para a reciclagem e transformado em novos GUMDROPs, que são instalados em mais pontos da cidade, do país, e até em outros países – por enquanto, o produto existe em Londres e em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
A conta de Anna é a seguinte: os britânicos produzem 7 mil toneladas de chicletes por ano. Se 10% fossem jogados em um GUMDROP, seria possível produzir um milhão de novas cestas de lixo para chicletes, que ajudariam a recolher os outros 90%.
O material também pode ser aproveitado para a fabricação de outros produtos de borracha. Se a ideia colar, a designer pensa em comercializar botas feitas de chiclete.
Em 2010, Anna, que tem 26 anos, ganhou o prêmio “35 mulheres abaixo de 35, criando o futuro”, do Management Today.

 Fonte: Revista Superinteressante

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Coco pode ser usado para despoluir a água


Um dos maiores inimigos ambientais das praias e parques do Brasil, o coco está prestes a se tornar um importante aliado no processo de despoluição da água. Isso porque, atentos à quantidade de cascas de coco – de difícil reciclagem! – deixadas pelos brasileiros nas areias e gramados do país, especialistas da Ufes – Universidade Federal do Espírito Santo decidiram pesquisar uma utilidade para o resíduo. E encontraram: despoluir a água.
De acordo com o estudo, coordenado pelo professor Joselito Nardy Ribeiro, o mesocarpo do coco – aquela região mais carnuda do fruto, que muitas pessoas não consomem, após tomar a água do coco – é capaz de remover da água quantidades significativas de poluentes comofármacos, pesticidas, corantes e, até, metais. E ele não é o único: o bagaço da cana, outro resíduo muito comum no país, também possui fibras capazes de exercer essa função.
Com apoio da Fapes – Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo, os pesquisadores já estão recolhendo os resíduos das praias do Estado capixaba para levá-los para laboratório, onde passam por processo de descontaminação e são triturados para atuarem como filtros, nasestações de tratamento de água.
A técnica ainda está em desenvolvimento, mas, de acordo com os pesquisadores, é bastante promissora e, inclusive, mais barata do que o atual material – o carvão ativado – utilizado no processo de filtragem da água nas estações de tratamento. Já pensou se a técnica se popularizar em todo o Brasil?

Fonte:Planeta Sustentável